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Fonte: North Korea announces “Naenara” brand vehicles

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DEUS POR EXCELÊNCIA


CONFIANTEMENTE, espere nEle!

Uma maravilhosa visão quádrupla

Muito se tem escrito a respeito do por que a Bíblia contém quatro evangelhos aparentemente repetitivos, e não apenas um, amplo e integrador.

É evidente que um caráter tão rico e multifacetado como o do nosso Senhor Jesus Cristo só podia expressar-se através da visão pluralista de vários relatos. Alguém tem dito que para conhecer fielmente a fisionomia de um desconhecido, são melhores quatro fotos de distintos ângulos do que uma grande tomada de frente. Neste caso, a visão particular de apenas um era absolutamente insuficiente. Dois ou três deles tampouco bastavam; tinham que ser quatro, como veremos.

Os quatro evangelhos mostram uma visão quádrupla de Cristo. A que princípio obedece? Na Bíblia, que é pura harmonia, há também uma quádrupla visão de seres viventes em Ezequiel e em Apocalipse, a qual harmoniza perfeitamente com esta quádrupla visão dos evangelhos. Assim, então, Cristo é apresentado como o leão (o Rei), como o bezerro ou boi (o Servo), como o homem (o Filho do homem), e a águia (o Filho de Deus).

Sim; em Mateus, Cristo é o Rei de reis que ruge como leão, cuja palavra é com autoridade; Rei por direito próprio, porque é Criador e sustentador de todas as coisas. Em Marcos é o Servo por cognome, que veio à terra, não para ser servido, mas para servir, e para oferecer-se sobre o altar como o Bezerro perfeito. Em Lucas, Cristo gosta de denominar-se o Filho do Homem, porque ele foi o homem perfeito, que encarna todos aqueles ideais que Adão não soube estampar. Em João, Cristo é declarado o Filho de Deus, que, como a águia, voa nas alturas, indo e vindo velozmente, co-eterno com o Pai, nessa comunhão inefável desde antes que o mundo existisse.

Nesta visão quádrupla de Cristo está também a síntese de dois pares de opostos. Nele se dão a mão dois extremos aparentemente irreconciliáveis: o Rei e o Servo, e Deus e o Homem. Assim, pois, graças aos quatro evangelhos, podemos ver a Cristo com estas surpreendentes perfeições que agora podemos admirar.

DEUS SEJA SEMPRE LOUVADO!

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“(…)SOU A VIDEIRA VERDADEIRA…”


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É o Cristo, o Filho de Deus?

Satanás disse ao Senhor Jesus: “Se és Filho de Deus, diga que estas pedras se convertam em pão”. O malfeitor na cruz lhe disse: “Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós”.

Ao unir ambas as tentações, temos: “Se Tu és o Cristo, o Filho de Deus…”. O apóstolo João escreveu quase no final do seu evangelho: “Mas estas (coisas) tem sido escrito para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que crendo, tenhais vida em seu nome” (20:31).

Em sua 1ª epístola, o mesmo apóstolo João escreve: “Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus”, e mais adiante acrescenta: “Quem é o que vence ao mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?” (5:1, 5).

Quando Satanás e o malfeitor tentaram ao Senhor, o fizeram nos dois momentos mais culminantes da sua vida terrena: No meio da fome do deserto e na dor da agonia sobre a cruz. Ambos apontaram os seus dardos para a parte mais dolorosa, porque com cada uma delas desconheciam feitos essenciais, os dois atributos fundamentais de Jesus: O seu caráter de Ungido, e de Filho de Deus. Atacavam nada menos que a sua Pessoa e a sua qualificação para fazer a Obra de Deus como Messias.

A tentação consistia em movê-lo a atuar: no primeiro caso para converter as pedras em pão, e no segundo, para salvar-se da morte na cruz. O Senhor Jesus tinha o poder para fazer as duas coisas; no entanto, tendo-o, não atuou nem em um nem em outro sentido. Para Ele era mais difícil refrear-se que atuar, porque tinha o poder para fazê-lo.

Mas isso não é tudo: se tivesse cedido, não só não teria vencido a tentação, mas, além disso, João não poderia escrever o que escreveu: que aquele que crê nele tem a vida em seu nome, que nasce de novo, e vence o mundo. Não teria sido uma grande desgraça, a maior delas? Mas isso não ocorreu. Jesus venceu ambas as tentações, e hoje os cristãos podem afirmar resolutamente aquilo que o diabo e aquele miserável tentaram desconhecer naqueles dias: “Senhor Jesus, Tu és o Cristo, o Filho de Deus!”. 

DEUS SEJA SEMPRE LOUVADO

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JESUS! Mesura até no furor.


AVE

Não toquem as pombas

A corrupção tinha alcançado o próprio lugar santo. Os mercadores e cambistas tinham manchado os átrios de Deus – os mesmos que haviam desejado tão ardentemente a alma do salmista.

Por isso aquele dia quando o Senhor subiu ao templo, deixou de lado a sua normal mesura. Ao encontrar ali os que vendiam bois, ovelhas e pombas, e os cambistas sentados fazendo negócio, tomou um açoite de cordas, e lançou fora do templo a todos, e às ovelhas e aos bois; espalhou as moedas dos cambistas, e derrubou as mesas. A sua ira era arrasadora. Aqueles que muitas vezes elevaram a sua voz para resistir, esta vez não puderam abrir a boca, tal era a força do seu furor. Podem imaginar esse redemoinho terrível?

No entanto, até mesmo nisto o Senhor mostra a beleza da sua pessoa. A sua ira não foi um rio incontido, nem açoitou indiscriminadamente a mão e sinistra. O registro sagrado assinala cuidadosamente que ele não tocou às pombas. Mateus e Marcos dizem: “derrubou as mesas dos cambistas, e as cadeiras dos que vendiam pombas”; no entanto João diz: “e disse aos que vendiam pombas: Tirem daqui isto”. Notem: só derrubou as cadeiras dos que as vendiam e lhes ordenou que as tirassem dali, mas ele não tocou nas pombas.

Por quê? Há ao menos duas razões. As pombas eram, em sua simplicidade e economia, a oferta do pobre, daquele que não tinha para pagar um cordeiro ou um bezerro. Quantas consciências feridas eram tranqüilizadas por essa modesta oferta sangrenta! Sem dúvida, as da maioria. Mas também, e, sobretudo, o Senhor não quis tocar nas pombas, porque Deus tinha escolhido uma pomba para representar o Espírito Santo, em sua descida sobre o Senhor Jesus no dia do seu batismo. Uma pequena ave representando o próprio Deus!

Então entendemos, e exclamamos: Oh, maravilha de Jesus! Admirável, não só em sua compaixão, ou em sua majestade, mas também em seu furor. Quão distinto dos homens, cuja ira é um vendaval sem controle, ferindo e destruindo. Inclinamo-nos diante da sua delicadeza, diante do seu autodomínio, diante da sua pureza. Que o Senhor permita aos seus servos expressar também nisto a beleza do seu maravilhoso caráter.

DEUS SEJA SEMPRE LOUVADO!

aguasvivas.ws

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Você crê: tudo é possível.


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Aquele que pede, recebe

Muitas coisas boas o Senhor realizou entre os homens, pois tinha compaixão deles. O seu coração se acendia de comiseração, porque os via como ovelhas sem pastor. A muitos curou: a uns, por intercessão de amigos; a outros mais desvalidos ainda, curou de ‘moto-próprio’, sem que eles nem sequer se atrevessem a solicitá-lo. Mas há alguns a quem ele atendeu de acordo aos termos da própria solicitude deles. Quer dizer, concedeu o que lhe pediram.

Certa vez, um leproso se aproximou dele e lhe disse: “Senhor, se quiseres, podes me limpar”. O Senhor lhe respondeu: “Quero, sê limpo”. Ele cria que se tão somente o Senhor quisesse, ele seria curado.

Outra vez, uns cegos se aproximaram, e o Senhor lhes disse: “Crês que posso fazer isto?”. Eles lhe disseram: “Sim, Senhor”. Então o Senhor Jesus lhes disse: “Conforme a vossa fé vos seja feito”. Esta vez o Senhor pôs a atenção na fé deles.

O Senhor disse a Bartimeu: “O que queres que te faça?”. Bartimeu respondeu: “Mestre, que recobre a vista”. O relato acrescenta: “Em seguida recobrou a vista”. A petição de Bartimeu foi muito específica, e ele recebeu de acordo ao que tinha pedido.

Quando o pai do moço endemoniado se aproximou do Senhor para lhe dizer: “Se podes fazer algo, nos ajude”, o Senhor lhe respondeu nos mesmos termos: “Se podes crer, tudo é possível ao que crê”. O homem duvidou que Jesus pudesse fazer algo, então o Senhor, usando as suas próprias palavras, respondeu-lhe. O Senhor nada poderia fazer se não tivesse clamado em seguida: “Ajuda a minha incredulidade”.

Estes exemplos confirmam o ensino do nosso Senhor, que disse: “Pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei e abriser-vos-á”. E também o ensino do Tiago, que diz: “Não recebeis, porque não pedis”. Como nós estamos pedindo? Ou nem sequer pedimos?

DEUS SEJA SEMPRE LOUVADO

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Boa coisa é. “estar com ELE”


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Estar com ele

O evangelho de Marcos nos mostra um detalhe não consignado nos outros três evangelhos em relação à eleição dos doze apóstolos: “E estabeleceu a doze, para que estivessem com ele, e para enviá-los a pregar” (3:14). A expressão que chama a nossa atenção é: “para que estivessem com ele”.

Nesta frase está contida a primeira grande vocação de todo apóstolo e de todo obreiro do Senhor: “Estar com ele”. Não há aqui um convite para o estudo, nem para realizar ainda uma obra determinada, mas para estar com uma Pessoa. Quantas coisas teria significado para aqueles apóstolos? Não podemos saber. Mas há nisto um sinal que nos sugere, ao menos, contemplação, comunhão e transformação.

“Estar com ele” é o início de tudo, é a fonte e motor de toda obra de Deus. A condição do homem é muito vil para que ele possa iniciar algo de si mesmo. Não poderia, tomando como base a sua própria visão, recursos e iniciativas, empreender algo para Deus. É preciso que entre no lugar secreto para contemplar a Deus. Após essa contemplação surgirá a comunhão. Haverá um ouvir, um aprender, um adorar, e até é possível que surja finalmente uma “amizade”, termo este que, tratando-se de Deus, pode parecer até sacrílego, mas que é possível, e que é o mais alto que um homem pode aspirar.

Como poderia alguém ousar “ir pregar” sem ter estado primeiro “com ele”? Como pode alguém ousar fazer a obra sem primeiro ter sido enviado? O Senhor Jesus não enviou os seus discípulos para pregar sem haver estado com ele algum tempo. Isto explica por que se realiza tanta obra que Deus não mandou fazer; por isso há tantos obreiros que não conhecem o modelo da obra de Deus.

“Estar com ele” não só é uma demanda para que os que aspiram servir-lhe, mas também é um privilégio, ao que muitos hoje ainda são chamados. Igual a ontem, ele ainda segue chamando os que queiram ouvir, para que estejam com ele. Em seguida, se conseguir estarem quietos algum tempo, sentados aos seus pés, desprezando todo o resto para ouvir-lhe, então ele poderá enviá-los, ao seu devido tempo, para fazer exatamente o que ele quer, e nada mais.

DEUS SEJA SEMPRE LOUVADO!

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HAVEREI DE CONFIAR APENAS EM DEUS


Lâmpada

Na metade dos seus dias

Quando o rei Ezequias adoeceu de morte, veio a ele um profeta da parte de Deus, que lhe disse: “Põe em ordem a tua casa, porque morrerá, e não viverás” (Is. 38:1). Diante de tal notícia, Ezequias se afligiu sobremaneira e disse: “Na metade dos meus dias irei às portas do Seol; privado sou do resto dos meus anos” (Is. 38:10). Em seguida, agarrou-se ao Senhor e orou pedindo que revogasse a sua decisão, e lhe alargasse a vida. O Senhor lhe concedeu quinze anos a mais de vida.

Ezequias é o único homem, nas Escrituras, a quem Deus lhe tenha concedido tal coisa. Sem dúvida, foi por isso um bem-aventurado. No entanto, a sua figura e a sua petição concedida têm uma maior transcendência. Estão postos ali como antítese de algo que o Senhor Jesus Cristo teria que viver nos dias da sua carne.

Jesus viveu a vida humana em toda a sua perfeição. À medida que transcorriam os seus dias, a mais maravilhosa expressão da deidade encarnada, vivendo entre os homens, desenvolvia em toda a sua maravilhosa simplicidade. Os ciclos da vida aconteciam um após o outro com perfeita harmonia. O Filho de Deus, até sabendo que tinha vindo para ser sacrificado, chegou a amar a vida, face às limitações que esta impunha à expressão de sua deidade.

Então começou a aflorar por seus lábios esta oração: “Os homens sanguinários e enganadores não chegarão à metade dos seus dias; mas eu em ti confiarei” (Sal. 55:23). Esta oração transparece a confiança de quem crê que lhe será concedido o que pede. Ele não é nem sanguinário nem enganador, por isso espera confiadamente.

No entanto, há outra oração no Salmo 102:23-24 que mostra uma certeza distinta: “Ele debilitou a minha força no caminho; cortou os meus dias. Disse: Deus meu, não me cortes na metade dos meus dias”. Há aqui um mistério revelado a respeito dos dias da sua máxima fraqueza? Há aqui um desejo, como o de todos os homens, de seguir vivendo? Há o mesmo desejo que afligiu o coração de Ezequias? Se for assim, ainda que tivesse o desejo, não foi concedido. Da mesma forma que a outros que não foram concedidos.

DEUS SEMPRE LOUVADO

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